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	<title>Comentários sobre Vereadora Professora Zenaide</title>
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		<title>Comentário sobre Primeiro encontro do &#8216;Amor Exigente&#8217; por fé em deus</title>
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		<dc:creator>fé em deus</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 17:55:41 +0000</pubDate>
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		<description>Ufa achei seu blog no google. Tinha formatado meu pc. abrs!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ufa achei seu blog no google. Tinha formatado meu pc. abrs!</p>
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		<title>Comentário sobre A 10º edição do Festival Lixo e Cidadania foi um sucesso por Diogo</title>
		<link>http://vereadoraprofessorazenaide.com.br/?p=1894&#038;cpage=1#comment-233</link>
		<dc:creator>Diogo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 15:45:27 +0000</pubDate>
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		<description>Sacolas Plásticas e o Meio Ambiente

É sempre bom saber que existem pessoas preocupadas com o meio ambiente, pois sabemos que se não cuidarmos do planeta em que vivemos, estaremos todos fadados a sofrimento e dor. Por isso, eu quero parabenizar a vereadora pela iniciativa em participar da  10º edição do Festival Lixo. Atitudes como essa deveria ser seguida por todos aqueles que de uma forma ou de outra são responsáveis pela administração pública.
Normalmente nós sempre imaginamos que lixo é algo que devemos descartar algo que não serve mais para nada. Ledo engano, já somos todos responsáveis pelo mundo em que habitamos e que achamos que nos pertence, portanto, esquecemos que poderíamos ajudar o planeta em que vivemos com atitudes dignas de seres humanos. Sempre mostramos aos nossos descendentes que, agimos com responsabilidade e com respeito a todos, porém, com o meio ambiente não agimos assim. Sempre o agredimos com ações que poderiam ser tomadas de formas diferentes.
Recentemente eu fiz um estudo sobre sacolas plásticas e gostaria de partilhar com àqueles que acompanham esta página eletrônica.
É de conhecimento de todos que as invenções feitas pelos homens são para trazer conforto e praticidade a todos, mas nem todas essas invenções são pesquisadas com profundidade, portanto, sem amplo conhecimento dos prejuízos que podem causar ao meio ambiente. Quase todos visualizam os lucros e neste caso, as sacolas plásticas ou sacos de supermercados tornaram-se um mal para todos nós.
A ORÍGEM
A invenção das sacolas plásticas é datada do ano de 1862 e sem dúvida causou uma revolução no comércio, pois, não se pode negar a sua praticidade. Por seu aparente baixo custo ficou acessível a todas as pessoas. Mesmo sendo uma invenção bastante antiga ela só se tornou presente na vida dos brasileiros em meado dos anos 80. Quando ela se tornou indispensável no Brasil não se imaginava o mal que poderia causar ao meio ambiente. Por ser feita de petróleo, portanto, substancia não renovável, feita de uma resina por nome Polietileno de Baixa Densidade (PEBD), e sua degradação leva anos (diz-se até 03 séculos), ou seja, as gerações futuras poderão se deparar com as sacolas que alguém simplesmente teria jogado fora. Pesquisas indicam que no Brasil 10% de todo o lixo produzido é sacolas plásticas. Se as empresas que produzem tais sacolas plásticas não recebessem incentivos fiscais e ou pagassem pelo consumo de energia elétrica o mesmo valor que paga um cidadão comum, com certeza as sacolas plásticas não seriam tão disponíveis em todos os ambientes. As indústrias responsáveis pela produção de plásticos chegaram a publicar nos jornais do dia de novembro de 2007 um informe publicitário dizendo que os plásticos fazem parte do cotidiano, que é 100% reciclável e é indispensável e está em milhares de produtos. Diz ainda que sem ele não existiriam vários produtos entre eles: seringas, computadores, bolsa de  soro de sangue dentre outros.  O informe dizia ainda que seriam fabricadas sacolas mais resistentes e em função disso seria aproveitadas por um período maior pelos consumidores. Dizia ainda que haveria uma redução de 30% do consumo do produto em função da sua durabilidade e do uso continuo. Descobriu-se então após 04 anos que não só houve uma maior produção com as conseqüências causadas ficaram ainda drásticas para a população. Não se pode negar que o plástico é hoje indispensável à vida humana, mas daí dizer que não se pode viver sem as sacolas é sem dúvida um exagero. 
No Brasil, segundo estudos já publicados indicam que aproximadamente um bilhão de sacolas são ofertadas no comércio em geral mensalmente. Um número que assusta, pois indica 66 sacolas por brasileiro ao mês. Os estudos revelam ainda que para produzir uma tonelada de sacolas plásticas são consumidos 1.130 kw/hora energia suficiente para manter 7500 moradias iluminadas com lâmpadas florescente por uma hora. Isso deixa claro que a produção não é barata. Associa-se a isso o mal causado pela contaminação da água utilizada no processo por degetos resultantes. Ainda associado a isso há ainda outro grande problema: a poluição dos mares por essas sacolas. No mar são confundidos por peixes e, principalmente, pelas tartarugas marinhas como águas vivas, um de seus alimentos. Quando ingerem as sacolas as tartarugas morrem por obstrução do aparelho digestivo. No Projeto Tamar (Tartarugas Marinhas), há vários esqueletos de tartarugas que morreram pela ingestão destes resíduos.
As sacolas plásticas são ainda as maiores causadoras de entupimento da rede de bueiros, pois fazem retardar o escoamento das águas pluviais e dos mananciais. Com os bueiros dos córregos entupidos pela ação das sacolas as enxurradas e as enchentes são mais acentuadas a inundação torna ainda mais incontrolável com a retenção do lixo. As mesmas sacolas quando incineradas, liberam toxinas causando ainda mais perigo para a saúde da população. Por serem de natureza não biodegradável as sacolas levam aproximadamente 300 anos para se decompor. 
Não há dúvida de que com o crescimento populacional o volume de produção de lixo também aumenta, bem como a extração de matéria-prima da natureza. Assim, os plásticos devido às suas características são materiais cada dia mais utilizados e, indicados para um grande número de aplicações. Esse material é ofertado de forma abundante, torna-se cada vez mais constante a poluição pela incorreta disposição dos mesmos, que percorrem grandes distâncias, já que é fácil dispersão e polui por longos prazos o meio ambiente. 
O grande acúmulo de lixo principalmente retidos no interior das sacolas plásticas nas cidades contribui para o surgimento de doenças e para a contaminação do meio ambiente. A produção per capita, no Brasil é de aproximadamente de 0,7 kg por dia, comparada com a produção nos Estados Unidos é bem baixa, pois lá é de 2 kg, mas no Brasil em função do descaso do poder público, o mal é maior já que não existe a rigor preocupação governamental com a destinação final de tais resíduos. Nos Estados Unidos houve até uma consulta popular através de um plebiscito, se a população estaria de acordo em pagar mais impostos ou taxas para o tratamento dos materiais contidos no lixo urbano. Mas o voto contra o projeto obteve êxito. (AMORIM apud FERNANDES). O controle do lixo tem por finalidade, desde a manutenção da saúde até o aspecto visual urbana. Os plásticos devido à praticidade, sua resistência, flexibilidade, capacidade de receber impressão, transparência, impermeabilidade, leveza, reciclabilidade, possibilidade de reutilização, entre tantas outras ótimas características, é um material cada dia mais usado e indicado para um grande número de aplicações. É inegável que em alguns são até insubstituíveis (acondicionamento de soda cáustica, por exemplo), para embalagens. Mas, por ser um produto com de decomposição tão demorado, portanto, causa um grande estresse ambiental. Além do problema que ocorre quando esse tipo de material não é devidamente coletado e transportado, provocando o agravamento da poluição visual e problemas de saúde pública.
ATITUDES
Um paliativo para essa agressão seria a reciclagem, assunto tão em moda nos últimos tempos, no que diz respeito a sustentabilidade. Há estudos do governo britânico acenando com a possibilidade do governo pagar ao cidadão pela reciclagem do seu próprio lixo. É comum ouvir o velho chavão dos três erres (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) – que caiu muito bem no gosto popular, o que não é tão surpreendente à medida que se trata de um programa que envolve a participação popular, gerador de renda e emprego para as classes menos abastadas da população, além de provocar a redução do volume do lixo que deve ser disposto nos lixões e ainda ter um efeito final satisfatório dos produtos recuperados. Aliado a tudo isso, funciona como um auxiliar de luxo nos negócios, uma vez que a “Responsabilidade Social” agregada ao “reciclado”, constitui um excelente jogo de marketing. Contudo, reciclar é um processo oneroso, envolve o consumo de energia, água e tempo, resultando em um processo deficitário economicamente. “O custo médio de um programa de coleta seletiva, medido por tonelada coletada, é de R$ 385,00. A receita média por tonelada vendida é de R$ 55,00 onde para cada R$ 10,00 gastos com ela, a receita média é de R$ 1,30” (JARDIM et al, 1995).
O maior “erre” em busca de solução para o problema dos resíduos, é de Reduzir. Reduzir o consumo, o que seria para todos um excelente desafio para um programa de educação ambiental. Sabe-se que com essa proposta, surgem agora as como solução para todos os problemas as Sacolas Retornáveis, que prometem eliminar as sacolas de uso único, que tanto poluem este planeta. Feitas de material resistente e durável, geralmente lona ou algum tecido mais rijo, ultimamente, vendidas entre R$ 0,15 e R$ 0,20 nos atacadistas, São maiores que a maioria das sacolas descartáveis de supermercado. Segundo a Fundação Verde, ao utilizar uma sacola retornável o cidadão deixa de utilizar aproximadamente 500 sacolas por ano. No entanto, essa solução implicaria em uma grande mudança de comportamento por parte da população, no sentido de se abrir mão das “facilidades” que proporcionam as sacolas plásticas de supermercado. Ainda existe a incineração, nesse caso, seria é obrigado a fazer uso das melhores tecnologias, desta forma assegura-se que as emissões de poluentes prejudiciais, como as dioxinas, sejam drasticamente reduzidas e que o processo de incineração gere também energia para a produção de eletricidade e calor. A produção em massa de produtos químicos e plásticos torna-se, hoje em dia, a eliminação do lixo por meio da incineração um processo complexo, de custo elevado e altamente poluidor.
Em maio de 2001, o Brasil assinou a Convenção de Estocolmo, tratado da Organização das Nações Unidas (ONU) que trata do combate aos Poluentes Orgânicos Persistentes (POP’s), e que aponta a incineração de resíduos como uma das principais fontes geradoras destes poluentes. A Convenção não exige, mas recomenda que o uso de incineradores seja eliminado progressivamente. (greenpeace.org) O uso de materiais degradáveis é outra vertente dessa abordagem em busca do desenvolvimento sustentável. A degradação é um processo através do qual, moléculas muito grandes são quebradas, pode ser iniciada por calor ou exposição à luz UV (Ultra Violeta) e é intensificada por estresse mecânico. Em aterros sanitários, os plásticos comuns se degradam com muita lentidão e qualquer material que esteja embalado neles pode não alcançar totalmente seu potencial de degradação. Hoje, existem tecnologias direcionadas a apressar essa degradação. Os aditivos, que prometem enfraquecer a resistência e a flexibilidade desses materiais, tornando-os quebradiços. Plásticos fabricados usando esses aditivos degradam após o uso e o descarte com base na duração necessária do produto plástico. Essa é a característica de degradabilidade. No entanto, agora surge um novo conceito, o de biodegrabilidade. A biodegradação é o processo pelo qual, microorganismos (bactérias, fungos ou algas) convertem os materiais em biomassa, dióxido de carbono e água. Devido às longas cadeias moleculares dos plásticos, os microorganismos não têm acesso ao carbono ou hidrogênio contidos nos plásticos. Então, resumidamente, esses novos aditivos, agem na quebra dessas cadeias, tornando-as menores e “permeáveis” à água, permitindo a formação de um biofilme na superfície dos plásticos, o qual permite que a deterioração bacteriana se instale. Ou seja, o plástico biodegradável requer que o um ambiente biologicamente ativo (por exemplo, enterrado no solo) para que o processo de degradação se inicie.
RESPONSABILIDADE SOCIAL
A lista de materiais que pode ser totalmente degradável está constantemente aumentando, à medida que maior desenvolvimento e testes acontecem. Em geral, ela inclui: todos os produtos de plástico flexível e semi-rígido feitos de polietileno (PO), polipropileno (PP) e poliestireno (PE), polímeros virgens, reciclados ou misturas destes polímeros, plásticos extrusados através de métodos de sopro ou fundição, incluindo BOPP (polipropileno biorientado) e materiais degradáveis com camada única, múltipla e laminados. (resbrasil.com.br) Intrinsecamente aliado à questão ambiental, existem os fatores econômicos. Qual o custo x benefício da utilização de materiais biodegradáveis nessas sacolas? A relação meio ambiente x custo é compensatória para que as empresas se sintam incentivadas ao uso desse material? A responsabilidade social, também pode ser um lucrativo jogo de marketing?
É sabido que as transformações socioeconômicas dos últimos 20 anos têm afetado de forma irreversível o comportamento de empresas até então acostumadas à máxima do lucro desenfreado. Se por um lado o setor privado tem cada vez mais procurado se destacar na criação de riqueza; por outro lado, é sabido que com grande poder, vem grande responsabilidade. Em função da capacidade criativa já existente, e dos recursos financeiros e humanos já disponíveis, empresas possuem uma grande responsabilidade social. A idéia de Responsabilidade Social incorporada às atividades econômicas, portanto, é relativamente recente. Com o surgimento de novas demandas e maior pressão por transparência nos negócios, empresas se vêem obrigadas a adotar uma postura mais responsável em suas ações.
Sendo assim, a Responsabilidade Social Corporativa, não está situada apenas no âmbito da caridade ou filantropia tradicionalmente praticada pela iniciativa privada. Este conceito está muito mais próximo das estratégias de marketing, pois nem todas as empresas estão realmente preocupadas com sustentabilidade de longo prazo, visa adquirir a confiança e a preferência de seus consumidores. Preocupadas com a possível perda da fidelidade de consumidores por conseqüência, com a performance de lucros, passam a incluir em seus programas a aparente  preocupação com os efeitos das atividades desenvolvidas e com o objetivo de proporcionar bem-estar para a sociedade. Assim, o tema permeia a estrutura organizacional e gerencial de empresas e grupos, concretizando-se, de forma distributiva, pelo destino de parte da riqueza adicional produzida em benefício de funcionários e seus familiares e pela realização de ações cooperativas com desenvolvimento das comunidades, no âmbito local, regional e nacional, as quais podem ou não se relacionar diretamente com os objetivos do negócio empresarial.
Com o aumento da exigência dos consumidores, os empresários se vêem obrigados a exigir a diminuição da regulação estatal (que são prontamente atendidos), e surgindo o crescimento da competição entre as empresas que nasce a bandeira da Responsabilidade Social e o objetivo, por parte das corporações, de adequar suas ações às novas exigências da opinião pública, ou seja, de seu mercado consumidor. Neste caso, a Responsabilidade Social Empresarial (RSE) surge também como uma necessidade de oferecer uma resposta à sociedade.
O conceito de RSE determina compromissos que vão além daqueles já obrigatórios para as empresas, tais como o cumprimento das obrigações trabalhistas, tributarias e sociais, da legislação ambiental, do uso do solo e outros. 
Para Medeiros (2004), a RSE é vista como parte da cultura organizacional, de forma a produzir riquezas e desenvolvimento que beneficiem a todos os envolvidos em suas atividades – trabalhadores, consumidores, meio ambiente e comunidade. Essa visão inclui a promoção, pela empresa, dos seus valores éticos e responsáveis na sua cadeia de fornecedores e nos mercados onde atua. Informações colhidas em pesquisas demonstram que a Responsabilidade Ambiental das empresas, até a década de 70, limitava-se a evitar acidentes e cumprir normas de poluição determinadas pelos órgãos governamentais de regulação e controle. A empresa não tinha a obrigação de evitar qualquer dano ao meio ambiente, é como se as empresas poluíssem para depois despoluir. Essa era a política baseada na maximização de lucros a curto prazo, ao mesmo tempo em que era obrigada a dar respostas às exigências do mercado e à regulamentação legal. É um comportamento tipicamente reativo. Na visão atual, esses aspectos são crescentemente valorizados e a empresa é vista como uma instituição sócio-política. A lucratividade e a rentabilidade da empresa passam a ser influenciadas pela sua capacidade de antecipar e reagir frente às mudanças sociais e políticas que ocorrem em seu ambiente.
Autor: Diogo B Silva
Catequista, Pedagogo, pós graduado em Gestão Ambiental e Docência do Ensino Superior
Referências Bibliográficas
Disponível em: . Acesso em 15 fev 2011 as 10h
. Acesso em: 15 fev 2011 as 15h
. Acesso em: 20 fev 2011 às 23h
. Acesso em: 23 fev 2011 às 15h20
. Acesso em: 20 fev 2011 às 23h52
. Acesso em: 10 dez 2010 às 10h
. Acesso em: 10 set 2010 às 16h
. Acesso em: 01 jan 2011 às 22h
FERNANDES, Jorge Ulisses Jacoby. Lixo: Limpeza Pública Urbana. Ed. Del Rey. Belo Horizonte, 2001.
. Acesso em: 23 fev 2011 as 16h
. Acesso em 17 fev 2011 às 21h20
. Acesso em 18 jan 2011 as 15h30
. Acesso em 10 jan 2011 as 10h
. Acesso em 08 fev 2011 as 11h30</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sacolas Plásticas e o Meio Ambiente</p>
<p>É sempre bom saber que existem pessoas preocupadas com o meio ambiente, pois sabemos que se não cuidarmos do planeta em que vivemos, estaremos todos fadados a sofrimento e dor. Por isso, eu quero parabenizar a vereadora pela iniciativa em participar da  10º edição do Festival Lixo. Atitudes como essa deveria ser seguida por todos aqueles que de uma forma ou de outra são responsáveis pela administração pública.<br />
Normalmente nós sempre imaginamos que lixo é algo que devemos descartar algo que não serve mais para nada. Ledo engano, já somos todos responsáveis pelo mundo em que habitamos e que achamos que nos pertence, portanto, esquecemos que poderíamos ajudar o planeta em que vivemos com atitudes dignas de seres humanos. Sempre mostramos aos nossos descendentes que, agimos com responsabilidade e com respeito a todos, porém, com o meio ambiente não agimos assim. Sempre o agredimos com ações que poderiam ser tomadas de formas diferentes.<br />
Recentemente eu fiz um estudo sobre sacolas plásticas e gostaria de partilhar com àqueles que acompanham esta página eletrônica.<br />
É de conhecimento de todos que as invenções feitas pelos homens são para trazer conforto e praticidade a todos, mas nem todas essas invenções são pesquisadas com profundidade, portanto, sem amplo conhecimento dos prejuízos que podem causar ao meio ambiente. Quase todos visualizam os lucros e neste caso, as sacolas plásticas ou sacos de supermercados tornaram-se um mal para todos nós.<br />
A ORÍGEM<br />
A invenção das sacolas plásticas é datada do ano de 1862 e sem dúvida causou uma revolução no comércio, pois, não se pode negar a sua praticidade. Por seu aparente baixo custo ficou acessível a todas as pessoas. Mesmo sendo uma invenção bastante antiga ela só se tornou presente na vida dos brasileiros em meado dos anos 80. Quando ela se tornou indispensável no Brasil não se imaginava o mal que poderia causar ao meio ambiente. Por ser feita de petróleo, portanto, substancia não renovável, feita de uma resina por nome Polietileno de Baixa Densidade (PEBD), e sua degradação leva anos (diz-se até 03 séculos), ou seja, as gerações futuras poderão se deparar com as sacolas que alguém simplesmente teria jogado fora. Pesquisas indicam que no Brasil 10% de todo o lixo produzido é sacolas plásticas. Se as empresas que produzem tais sacolas plásticas não recebessem incentivos fiscais e ou pagassem pelo consumo de energia elétrica o mesmo valor que paga um cidadão comum, com certeza as sacolas plásticas não seriam tão disponíveis em todos os ambientes. As indústrias responsáveis pela produção de plásticos chegaram a publicar nos jornais do dia de novembro de 2007 um informe publicitário dizendo que os plásticos fazem parte do cotidiano, que é 100% reciclável e é indispensável e está em milhares de produtos. Diz ainda que sem ele não existiriam vários produtos entre eles: seringas, computadores, bolsa de  soro de sangue dentre outros.  O informe dizia ainda que seriam fabricadas sacolas mais resistentes e em função disso seria aproveitadas por um período maior pelos consumidores. Dizia ainda que haveria uma redução de 30% do consumo do produto em função da sua durabilidade e do uso continuo. Descobriu-se então após 04 anos que não só houve uma maior produção com as conseqüências causadas ficaram ainda drásticas para a população. Não se pode negar que o plástico é hoje indispensável à vida humana, mas daí dizer que não se pode viver sem as sacolas é sem dúvida um exagero.<br />
No Brasil, segundo estudos já publicados indicam que aproximadamente um bilhão de sacolas são ofertadas no comércio em geral mensalmente. Um número que assusta, pois indica 66 sacolas por brasileiro ao mês. Os estudos revelam ainda que para produzir uma tonelada de sacolas plásticas são consumidos 1.130 kw/hora energia suficiente para manter 7500 moradias iluminadas com lâmpadas florescente por uma hora. Isso deixa claro que a produção não é barata. Associa-se a isso o mal causado pela contaminação da água utilizada no processo por degetos resultantes. Ainda associado a isso há ainda outro grande problema: a poluição dos mares por essas sacolas. No mar são confundidos por peixes e, principalmente, pelas tartarugas marinhas como águas vivas, um de seus alimentos. Quando ingerem as sacolas as tartarugas morrem por obstrução do aparelho digestivo. No Projeto Tamar (Tartarugas Marinhas), há vários esqueletos de tartarugas que morreram pela ingestão destes resíduos.<br />
As sacolas plásticas são ainda as maiores causadoras de entupimento da rede de bueiros, pois fazem retardar o escoamento das águas pluviais e dos mananciais. Com os bueiros dos córregos entupidos pela ação das sacolas as enxurradas e as enchentes são mais acentuadas a inundação torna ainda mais incontrolável com a retenção do lixo. As mesmas sacolas quando incineradas, liberam toxinas causando ainda mais perigo para a saúde da população. Por serem de natureza não biodegradável as sacolas levam aproximadamente 300 anos para se decompor.<br />
Não há dúvida de que com o crescimento populacional o volume de produção de lixo também aumenta, bem como a extração de matéria-prima da natureza. Assim, os plásticos devido às suas características são materiais cada dia mais utilizados e, indicados para um grande número de aplicações. Esse material é ofertado de forma abundante, torna-se cada vez mais constante a poluição pela incorreta disposição dos mesmos, que percorrem grandes distâncias, já que é fácil dispersão e polui por longos prazos o meio ambiente.<br />
O grande acúmulo de lixo principalmente retidos no interior das sacolas plásticas nas cidades contribui para o surgimento de doenças e para a contaminação do meio ambiente. A produção per capita, no Brasil é de aproximadamente de 0,7 kg por dia, comparada com a produção nos Estados Unidos é bem baixa, pois lá é de 2 kg, mas no Brasil em função do descaso do poder público, o mal é maior já que não existe a rigor preocupação governamental com a destinação final de tais resíduos. Nos Estados Unidos houve até uma consulta popular através de um plebiscito, se a população estaria de acordo em pagar mais impostos ou taxas para o tratamento dos materiais contidos no lixo urbano. Mas o voto contra o projeto obteve êxito. (AMORIM apud FERNANDES). O controle do lixo tem por finalidade, desde a manutenção da saúde até o aspecto visual urbana. Os plásticos devido à praticidade, sua resistência, flexibilidade, capacidade de receber impressão, transparência, impermeabilidade, leveza, reciclabilidade, possibilidade de reutilização, entre tantas outras ótimas características, é um material cada dia mais usado e indicado para um grande número de aplicações. É inegável que em alguns são até insubstituíveis (acondicionamento de soda cáustica, por exemplo), para embalagens. Mas, por ser um produto com de decomposição tão demorado, portanto, causa um grande estresse ambiental. Além do problema que ocorre quando esse tipo de material não é devidamente coletado e transportado, provocando o agravamento da poluição visual e problemas de saúde pública.<br />
ATITUDES<br />
Um paliativo para essa agressão seria a reciclagem, assunto tão em moda nos últimos tempos, no que diz respeito a sustentabilidade. Há estudos do governo britânico acenando com a possibilidade do governo pagar ao cidadão pela reciclagem do seu próprio lixo. É comum ouvir o velho chavão dos três erres (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) – que caiu muito bem no gosto popular, o que não é tão surpreendente à medida que se trata de um programa que envolve a participação popular, gerador de renda e emprego para as classes menos abastadas da população, além de provocar a redução do volume do lixo que deve ser disposto nos lixões e ainda ter um efeito final satisfatório dos produtos recuperados. Aliado a tudo isso, funciona como um auxiliar de luxo nos negócios, uma vez que a “Responsabilidade Social” agregada ao “reciclado”, constitui um excelente jogo de marketing. Contudo, reciclar é um processo oneroso, envolve o consumo de energia, água e tempo, resultando em um processo deficitário economicamente. “O custo médio de um programa de coleta seletiva, medido por tonelada coletada, é de R$ 385,00. A receita média por tonelada vendida é de R$ 55,00 onde para cada R$ 10,00 gastos com ela, a receita média é de R$ 1,30” (JARDIM et al, 1995).<br />
O maior “erre” em busca de solução para o problema dos resíduos, é de Reduzir. Reduzir o consumo, o que seria para todos um excelente desafio para um programa de educação ambiental. Sabe-se que com essa proposta, surgem agora as como solução para todos os problemas as Sacolas Retornáveis, que prometem eliminar as sacolas de uso único, que tanto poluem este planeta. Feitas de material resistente e durável, geralmente lona ou algum tecido mais rijo, ultimamente, vendidas entre R$ 0,15 e R$ 0,20 nos atacadistas, São maiores que a maioria das sacolas descartáveis de supermercado. Segundo a Fundação Verde, ao utilizar uma sacola retornável o cidadão deixa de utilizar aproximadamente 500 sacolas por ano. No entanto, essa solução implicaria em uma grande mudança de comportamento por parte da população, no sentido de se abrir mão das “facilidades” que proporcionam as sacolas plásticas de supermercado. Ainda existe a incineração, nesse caso, seria é obrigado a fazer uso das melhores tecnologias, desta forma assegura-se que as emissões de poluentes prejudiciais, como as dioxinas, sejam drasticamente reduzidas e que o processo de incineração gere também energia para a produção de eletricidade e calor. A produção em massa de produtos químicos e plásticos torna-se, hoje em dia, a eliminação do lixo por meio da incineração um processo complexo, de custo elevado e altamente poluidor.<br />
Em maio de 2001, o Brasil assinou a Convenção de Estocolmo, tratado da Organização das Nações Unidas (ONU) que trata do combate aos Poluentes Orgânicos Persistentes (POP’s), e que aponta a incineração de resíduos como uma das principais fontes geradoras destes poluentes. A Convenção não exige, mas recomenda que o uso de incineradores seja eliminado progressivamente. (greenpeace.org) O uso de materiais degradáveis é outra vertente dessa abordagem em busca do desenvolvimento sustentável. A degradação é um processo através do qual, moléculas muito grandes são quebradas, pode ser iniciada por calor ou exposição à luz UV (Ultra Violeta) e é intensificada por estresse mecânico. Em aterros sanitários, os plásticos comuns se degradam com muita lentidão e qualquer material que esteja embalado neles pode não alcançar totalmente seu potencial de degradação. Hoje, existem tecnologias direcionadas a apressar essa degradação. Os aditivos, que prometem enfraquecer a resistência e a flexibilidade desses materiais, tornando-os quebradiços. Plásticos fabricados usando esses aditivos degradam após o uso e o descarte com base na duração necessária do produto plástico. Essa é a característica de degradabilidade. No entanto, agora surge um novo conceito, o de biodegrabilidade. A biodegradação é o processo pelo qual, microorganismos (bactérias, fungos ou algas) convertem os materiais em biomassa, dióxido de carbono e água. Devido às longas cadeias moleculares dos plásticos, os microorganismos não têm acesso ao carbono ou hidrogênio contidos nos plásticos. Então, resumidamente, esses novos aditivos, agem na quebra dessas cadeias, tornando-as menores e “permeáveis” à água, permitindo a formação de um biofilme na superfície dos plásticos, o qual permite que a deterioração bacteriana se instale. Ou seja, o plástico biodegradável requer que o um ambiente biologicamente ativo (por exemplo, enterrado no solo) para que o processo de degradação se inicie.<br />
RESPONSABILIDADE SOCIAL<br />
A lista de materiais que pode ser totalmente degradável está constantemente aumentando, à medida que maior desenvolvimento e testes acontecem. Em geral, ela inclui: todos os produtos de plástico flexível e semi-rígido feitos de polietileno (PO), polipropileno (PP) e poliestireno (PE), polímeros virgens, reciclados ou misturas destes polímeros, plásticos extrusados através de métodos de sopro ou fundição, incluindo BOPP (polipropileno biorientado) e materiais degradáveis com camada única, múltipla e laminados. (resbrasil.com.br) Intrinsecamente aliado à questão ambiental, existem os fatores econômicos. Qual o custo x benefício da utilização de materiais biodegradáveis nessas sacolas? A relação meio ambiente x custo é compensatória para que as empresas se sintam incentivadas ao uso desse material? A responsabilidade social, também pode ser um lucrativo jogo de marketing?<br />
É sabido que as transformações socioeconômicas dos últimos 20 anos têm afetado de forma irreversível o comportamento de empresas até então acostumadas à máxima do lucro desenfreado. Se por um lado o setor privado tem cada vez mais procurado se destacar na criação de riqueza; por outro lado, é sabido que com grande poder, vem grande responsabilidade. Em função da capacidade criativa já existente, e dos recursos financeiros e humanos já disponíveis, empresas possuem uma grande responsabilidade social. A idéia de Responsabilidade Social incorporada às atividades econômicas, portanto, é relativamente recente. Com o surgimento de novas demandas e maior pressão por transparência nos negócios, empresas se vêem obrigadas a adotar uma postura mais responsável em suas ações.<br />
Sendo assim, a Responsabilidade Social Corporativa, não está situada apenas no âmbito da caridade ou filantropia tradicionalmente praticada pela iniciativa privada. Este conceito está muito mais próximo das estratégias de marketing, pois nem todas as empresas estão realmente preocupadas com sustentabilidade de longo prazo, visa adquirir a confiança e a preferência de seus consumidores. Preocupadas com a possível perda da fidelidade de consumidores por conseqüência, com a performance de lucros, passam a incluir em seus programas a aparente  preocupação com os efeitos das atividades desenvolvidas e com o objetivo de proporcionar bem-estar para a sociedade. Assim, o tema permeia a estrutura organizacional e gerencial de empresas e grupos, concretizando-se, de forma distributiva, pelo destino de parte da riqueza adicional produzida em benefício de funcionários e seus familiares e pela realização de ações cooperativas com desenvolvimento das comunidades, no âmbito local, regional e nacional, as quais podem ou não se relacionar diretamente com os objetivos do negócio empresarial.<br />
Com o aumento da exigência dos consumidores, os empresários se vêem obrigados a exigir a diminuição da regulação estatal (que são prontamente atendidos), e surgindo o crescimento da competição entre as empresas que nasce a bandeira da Responsabilidade Social e o objetivo, por parte das corporações, de adequar suas ações às novas exigências da opinião pública, ou seja, de seu mercado consumidor. Neste caso, a Responsabilidade Social Empresarial (RSE) surge também como uma necessidade de oferecer uma resposta à sociedade.<br />
O conceito de RSE determina compromissos que vão além daqueles já obrigatórios para as empresas, tais como o cumprimento das obrigações trabalhistas, tributarias e sociais, da legislação ambiental, do uso do solo e outros.<br />
Para Medeiros (2004), a RSE é vista como parte da cultura organizacional, de forma a produzir riquezas e desenvolvimento que beneficiem a todos os envolvidos em suas atividades – trabalhadores, consumidores, meio ambiente e comunidade. Essa visão inclui a promoção, pela empresa, dos seus valores éticos e responsáveis na sua cadeia de fornecedores e nos mercados onde atua. Informações colhidas em pesquisas demonstram que a Responsabilidade Ambiental das empresas, até a década de 70, limitava-se a evitar acidentes e cumprir normas de poluição determinadas pelos órgãos governamentais de regulação e controle. A empresa não tinha a obrigação de evitar qualquer dano ao meio ambiente, é como se as empresas poluíssem para depois despoluir. Essa era a política baseada na maximização de lucros a curto prazo, ao mesmo tempo em que era obrigada a dar respostas às exigências do mercado e à regulamentação legal. É um comportamento tipicamente reativo. Na visão atual, esses aspectos são crescentemente valorizados e a empresa é vista como uma instituição sócio-política. A lucratividade e a rentabilidade da empresa passam a ser influenciadas pela sua capacidade de antecipar e reagir frente às mudanças sociais e políticas que ocorrem em seu ambiente.<br />
Autor: Diogo B Silva<br />
Catequista, Pedagogo, pós graduado em Gestão Ambiental e Docência do Ensino Superior<br />
Referências Bibliográficas<br />
Disponível em: . Acesso em 15 fev 2011 as 10h<br />
. Acesso em: 15 fev 2011 as 15h<br />
. Acesso em: 20 fev 2011 às 23h<br />
. Acesso em: 23 fev 2011 às 15h20<br />
. Acesso em: 20 fev 2011 às 23h52<br />
. Acesso em: 10 dez 2010 às 10h<br />
. Acesso em: 10 set 2010 às 16h<br />
. Acesso em: 01 jan 2011 às 22h<br />
FERNANDES, Jorge Ulisses Jacoby. Lixo: Limpeza Pública Urbana. Ed. Del Rey. Belo Horizonte, 2001.<br />
. Acesso em: 23 fev 2011 as 16h<br />
. Acesso em 17 fev 2011 às 21h20<br />
. Acesso em 18 jan 2011 as 15h30<br />
. Acesso em 10 jan 2011 as 10h<br />
. Acesso em 08 fev 2011 as 11h30</p>
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		<title>Comentário sobre Vereadora Professora Zenaide, Presidente da Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização estuda a Lei Orçamentária por Lucyenne Peixoto.</title>
		<link>http://vereadoraprofessorazenaide.com.br/?p=1602&#038;cpage=1#comment-118</link>
		<dc:creator>Lucyenne Peixoto.</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 17:02:36 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns. A audiencia foi um sucesso!  A mudança nesta matéria tambem foi providencial. Li ontem a a noite  e não entendi nada. As vezes na pressa de fazer as coisas se escreve coisas que não dizem nada. Se eu bem te conheço, com certeza não passa  pelo seu crivo.  Crescemos juntas e sei da sua competencia!  Continue firme e conte comigo  sempre.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns. A audiencia foi um sucesso!  A mudança nesta matéria tambem foi providencial. Li ontem a a noite  e não entendi nada. As vezes na pressa de fazer as coisas se escreve coisas que não dizem nada. Se eu bem te conheço, com certeza não passa  pelo seu crivo.  Crescemos juntas e sei da sua competencia!  Continue firme e conte comigo  sempre.</p>
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		<title>Comentário sobre Jornada Socialista de Formação Política do PSB é realizada em Gurupi por Sarah</title>
		<link>http://vereadoraprofessorazenaide.com.br/?p=1312&#038;cpage=1#comment-82</link>
		<dc:creator>Sarah</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 13:15:52 +0000</pubDate>
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		<description>O evento foi um sucesso, eu sou PSB desde pequenininha... graças a vereadora Zenaide
Adoro seu trabalho, vereadora</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O evento foi um sucesso, eu sou PSB desde pequenininha&#8230; graças a vereadora Zenaide<br />
Adoro seu trabalho, vereadora</p>
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		<title>Comentário sobre Primeiro encontro do &#8216;Amor Exigente&#8217; por Andy</title>
		<link>http://vereadoraprofessorazenaide.com.br/?p=1330&#038;cpage=1#comment-81</link>
		<dc:creator>Andy</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 13:13:38 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns professora por todos esses projetos que a senhora participa... Precisamos de parlamentares como a senhora.</description>
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